sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A Escritora Conceição Tomé visita a EB2,3 de Vila Nova de Tazem




    Hoje, as duas turmas do 9ºano e os alunos que participaram no Concurso Nacional de Leitura, da Fase a Nível de Escola, tiveram o prazer de se encontrar com a escritora Conceição Tomé.
   A autora explicou como surgiu a ideia para escrever o seu livro “O caderno do avô Heinrich” e os fatos históricos que são tratados ao longo da narrativa, levantando o véu da história narrada. 
   Parabéns à escritora, por este seu livro e pela sua companhia.
   Para saberem mais, terão de ler o livro… já disponível na nossa Biblioteca.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

27 de janeiro - Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

   No âmbito da evocação do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, que anualmente se comemora no dia 27 de janeiro, a equipa da Biblioteca realizou uma Palestra subordinada ao tema que hoje se comemora a nível mundial.
   A atividade foi programada por uma das professoras  da equipa,  Ascensão Saraiva, em parceria com a docente Lurdes Paraíso e teve como público alvo, os alunos do 9ºano.
   Ao longo da sessão, a temática tratada, em memórias de todas as vítimas, teve como lema levar os alunos do 9ºano a Aprender com o Passado, mas ainda, Ensinar para o Futuro.
   A docente Lurdes Paraíso relembrou a figura notável de Aristides de Sousa Mendes .Cônsul de Portugal em Bordéus, no ano da invasão da França pela Alemanha Nazi na Segunda Guerra Mundial, Sousa Mendes desafiou ordens expressas do ditador António de Oliveira Salazar e concedeu milhares de vistos de entrada em Portugal a refugiados de várias nacionalidades que desejavam fugir da França em 1940.










 Fica  uma hiperligação para o Museu Virtual de Aristides de Sousa Mendes.
             http://mvasm.sapo.pt/

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Heidi e o poder do ar das montanhas

   





   Heidi é uma menina curiosa, alegre, doce, sem um pingo de maldade no corpo, apesar das suas circunstâncias – é órfã, e vive com a tia, que a larga no meio das montanhas dos Alpes suíços, às mãos de um avô que não conhece e que é calado e resmungão. Mas Heidi não se importa nada, muito pelo contrário. Fica fascinada com as paisagens, as cores, os cheiros, os animais, e nem fica nada atrapalhada quando o avô lhe diz que não tem cama para ela. Fazem uma cama com feno, por cima da qual estendem lençóis e cobertores e pronto.
   Heidi é intrinsecamente feliz e contagia os outros com a sua bondade e energia positiva. Pedro, o rapaz, pastor de ovelhas, a avó que até Heidi aparecer apenas espera pela hora em que a morte a levará, o avô que não desce a montanha e passa os seus dias ruminando solitário nos seus afazeres, todos eles são inspirados pela menina.
   Até que um dia a tia regressa para a levar para Frankfurt a fim de fazer companhia à filha doente de um senhor rico. É aqui que tudo muda. A vida na cidade deprime Heidi, que por ser um espírito livre, deixa a rígida governanta, a Miss Rottenmeier, em polvorosa. Apesar de a menina se afeiçoar a Clara, a rapariga doente, e à avó dela, a Sra. Sesemann, Heidi tem muitas saudades da montanha, da liberdade que tinha, do avô, e sofre ao saber que a avó de Pedro poderá morrer antes que possa cumprir a promessa que lhe fez de voltar com pãezinhos fofos.
   A história é bucólica, sacarina, otimista, Heidi é como um sol, uma criança que quase pode ser comparada a um anjo na terra, já que o livro está imbuído de mensagens cristãs, falando-nos do poder da fé e da oração, e com uma situação específica que poderia ser atribuída a um «milagre», mas que deixa espaço para a «força de vontade» e a influência do positivismo. As descrições alimentam imagens românticas de paisagens verdejantes, fazendo-nos sonhar com uma viagem aos Alpes suíços e, sobretudo, recordar como é importante o contacto com a natureza.
   Um livro que fará com que muitas crianças queiram saltar do sofá e pedir aos pais para irem todos juntos dar um passeio no campo.

Título: Heidi, a Menina dos Alpes e Heidi, o Milagre da Montanha
Autor: Johanna Spyri
Tradução: Dora Reis e Manuela Ramos
Editor: Booksmile

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Satélite Calisto

   Luas de Galileu, ou  luas galileanas, é o nome usado para designar o conjunto dos satélites naturais de Júpiter descobertos por Galileu Galilei: Europa, Ganímedes (ou Ganimedes), Io e Calisto. São também os maiores satélites naturais de Júpiter, com uma complexidade geológica que muito tem motivado os planetólogos.
   No dia 13 de janeiro de 1610 Galileu Galilei descobriu o satélite Calisto. 


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Concurso Nacional de Leitura

    Mais uma vez, a Biblioteca escolar realizou o Concurso Nacional de leitura com os alunos do 3ºciclo.
   Como tem acontecido em anos anteriores, o objetivo central deste concurso é estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita junto dos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico.
   Os três vencedores nesta fase, a nível de escola são:
1ºlugar- Sara Ferreira
2ºlugar- Juliana Mota
3ºlugar- Rui Félix
   A equipa da Biblioteca agradece a todos os participantes.





 





                         




terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Hoje é Dia de Reis, de cantares, de bolos e de prendas, como manda a tradição!

Hoje é Dia de Reis, de cantares, de bolos e de prendas, como manda a tradição.
   Dia de Reis, que se assinala esta terça-feira, está associado ao bolo-rei e ao “cantar das janeiras” e põe fim às festividades de Natal e Ano Novo, tendo origem na Bíblia.
  Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia no tempo do rei Herodes, vieram do oriente uns magos a Jerusalém, perguntando: Onde está aquele que nasceu Rei dos Judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos adorá-lo”, lê-se no evangelho de S. Mateus.
   O dia que se assinala esta terça-feira terá origem aqui, sendo o 6 de janeiro mais importante do que o Natal para os cristãos ortodoxos. Assinala a visita de “reis magos” a Jesus, oferecendo-lhe presentes (em Espanha mantém-se a tradição de trocar presentes neste dia), e assinala ainda o fim das janeiras (cantares que na tradição eram religiosos).
   A bíblia não faz referência a “reis” mas a magos e também não diz quem eram, mas o tempo encarregou-se de afiançar que eram Belchior, Gaspar e Baltazar, que nalgumas culturas têm a mesma representatividade do que o “pai Natal”, sendo as renas substituídas pelos camelos, nos quais os tais magos, diz a tradição, iriam montados.
  Em alguns locais de Espanha deixam-se sapatos na janela durante a noite com erva para alimentar os camelos dos reis, um gesto premiado com doces no amanhecer de hoje. Nada parecido com o ouro, incenso e mirra que ofereceram os reis magos há mais de dois mil anos.


   
Sabia que é tradição portuguesa comer romãs no dia dos Reis?

   Acredita-se que quem o fizer terá abundância o ano todo. A romã foi sempre considerada um símbolo de fertilidade por ter uma grande quantidade de sementes.
   Mas o fruto ganhou outros significados como o de abundância, prosperidade e riqueza. O povo diz que no «Dia de Reis deitam-se três bagos de romã no lume para o ter aceso, três bagos na caixa do pão e três no bolso do dinheiro para ter dinheiro e pão (Teófilo Braga, em «O povo Português suas crenças e costumes»).

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Sessão de contos com Mariana Aires


   Mais uma vez, a Biblioteca Municipal deSeia possibilitou a vinda da contadora de Histórias,Mariana Aires, à nossa escola, no último dia de aulas do 1ºperíodo.
   Foram planificadas duas sessões e, assim, todos os alunos do 1ºciclo de Vila Nova e alunos do Pré-escolar do Abrigo da Sagrada Família de Lagarinhos tiveram uma manhã diferente.
   Com muita atenção, todos os pequenotes ouviram, encantados, os contos da Mariana.
   Deixamos algumas fotos!




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  LIVRO + do Mês de DEZEMBRO Livro : A Inaudita Guerra Na Avenida gago Coutinho Autor : Mário de Carvalho Editora: Caminho ...